O andorinhão-de-rabo-curto mede 10 centímetros. Apresenta asas largas, cauda excessivamente curta e uma distinta área bege clara no uropígio, com supracaudais do mesmo tom. Difere do andorinhão-do-temporal(Chaetura meridionalis) e do andorinhão-de-sobre-branco(Chaetura spinicaudus), principalmente pelas formas das asas e da cauda.
Sobrevoa florestas úmidas, com frequência à beira-d'água, ou ainda em plantações em áreas semi-abertas ou paludícolas, campos e pastagens em ilhas fluviais e nas cidades.
Espécie típica da Amazônia.
O andorinhão-de-chapman mede 14 centímetros. Diferente de outras espécies do gênero, seu porte é robusto e suas partes superiores são negro-azuladas com uropígio pouco contrastante. Sua cauda quadrada é larga e negra.
Espécie comum no nordeste da Amazônia e no estuário do rio Amazonas.
O andorinhão-de-sobre-cinzento mede 11 centímetros. Apresenta asas estreitas, cauda relativamente longa e distinta área cinzenta no uropígio, com as supracaudais no mesmo tom.
Vive usualmente aos pares e, mais frequentemente em grupos de 7 ou mais indivíduos, adentrando até em cidades.
É encontrada na Mata Atlântica e no sudoeste da Amazônia, associada a florestas úmidas.
Não há registro dessa espécie no site
O taperá-de-garganta-branca mede 11 centímetros. Taperá de plumagem semelhante ao andorinhão-de-sobre-cinzento(Chaetura cineireventris), mas apresenta um brilho bronzeado nas partes escuras da plumagem e não azulado, além de distinta área branco-acinzentada no uropígio, com supracaudais no mesmo tom.
A espécie é registrada no estado do Acre no mês de setembro, e na Serra do Roncador, no norte do Mato Grosso entre agosto e setembro.
O andorinhão-do-temporal mede 11 centímetros. Apresenta asas longas, cauda relativamente curta e uma distinta área bege clara no uropígio, com supracaudais do mesmo tom. Espécie muito vocal.
Entre agosto e setembro surgem aos milhares sobre áreas abertas ou em cidades e canaviais. Costumam pernoitar em chaminés, associados em pequenos e grandes grupos.
É migratória no Sul e Sudeste, desaparecendo durante o inverno para procurar áreas mais propícias para alimentação ao norte, na Amazônia.
Não registro dessa espécie no site
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